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07

Março

Três teorias que ajudam a explicar o papel positivo dos lácteos

Nenhum alimento deve ser vilão quando o assunto é emagrecimento. O que engorda é uma alimentação irregular e desequilibrada. A nutricionista e consultora da Associação Brasileira de Laticínios - Viva Lácteos, Ana Paula Del´Arco faz o alerta e explica que a conta é simples: o que faz você ganhar ou perder peso é a falta de equilíbrio entre o que se come (calorias dos alimentos) e o que se gasta (calorias para sobreviver + calorias nas atividades diárias e atividades físicas).

A conta leva em consideração quantas calorias cada pessoa usa para sobreviver (metabolismo basal) + quantas calorias o organismo usa para fazer as atividades do dia-a-dia (estudar, andar, trabalhar) + quantas calorias são gastas nas atividades físicas. A partir desta informação, é possível avaliar para quantas calorias cada pessoa deve ingerir para manter a balança equilibrada.

E onde entram o leite e os derivados nesta história? Pois é, nenhum tipo de alimento entra nesta conta isoladamente e alguns deles podem dar uma ajudinha no metabolismo.

Algumas evidências que mostram o papel positivo dos lácteos:

1 - Estudo publicado neste ano (1) investigou mais de 18 mil mulheres (idade superior a 45 anos) que não eram obesas ou apresentavam sobrepeso (tinham IMC normal). Durante 11 anos de estudo, em torno de 8 mil mulheres se tornaram obesas ou apresentaram sobrepeso. Os pesquisadores verificaram que um menor ganho de peso estava estatisticamente associado a uma maior ingestão de produtos lácteos integrais, ou seja, ricos em gordura. Portanto, há menor risco de sobrepeso e obesidade no grupo de mulheres com maior consumo de lácteos com gordura.

2 - Em outra publicação recente (2), uma metanálise de 10 estudos, com três anos de seguimento em média, envolvendo 46 mil crianças e adolescentes, verificou que crianças que tinham maior consumo de lácteos estavam 38% menos propensas a ter excesso de peso na infância.

3 - Este mesmo estudo mostra que pode haver redução do risco de sobrepeso e obesidade em 13% de crianças e adolescentes entrevistados, com o aumento do consumo de 1 porção de lácteo ao dia. O estudo conclui que há evidências robustas de que o consumo de leite está inversamente associado com o risco de excesso de peso (sobrepeso e obesidade) na infância (2).

Cientificamente falando, 3 são as razões de consumir lácteos para controle do peso: 

1 - Pessoas que consomem lácteos mantêm uma dieta equilibrada, com variedade de grupos alimentares e, portanto, são mais saudáveis - estudo de Harvard, EUA, comprova que pessoa que consomem iogurte são mais magras. O que se observa é que as pessoas que consomem lácteos diariamente são aquelas que mantém uma vida saudável, que se preocupam mais com a alimentação, mantendo uma dieta equilibrada com variedade alimentar e, portanto, são mais saudáveis.

2 - A proteína presente nos lácteos, além de apresentar ótima qualidade biológica para o corpo, traz saciedade, diminuindo o impulso de comer a todo instante - Além de ter uma composição ideal de aminoácidos para o corpo e para a síntese de proteínas musculares, a proteína do leite traz saciedade, o que diminui o consumo excessivo de energia (alimentos). A proteína láctea é composta por 80% de caseína e 20% de proteína do soro (conhecidas como whey-protein) e cada uma tem característica de absorção diferente, sendo as proteínas do soro absorvidas mais rápido proporcionando uma saciedade a curto prazo, ao passo que as caseínas, por terem uma absorção mais lenta, contribuem para a saciedade a longo prazo.

3 - Os teores de cálcio dos produtos lácteos também têm efeito na adiposidade - a grande ingestão de cálcio contribui para regular a adiposidade. O que possivelmente acontece é que o aumento do consumo de cálcio dietético, induz (via paratormônio-PTH) a diminuição das quantidades de cálcio intracelular na célula de gordura (adipócito), aumentando assim a lipólise (que é a quebra da gordura corporal para fornecer energia ao corpo) e reduzindo a expressão da enzima que regula a deposição de gordura nos adipócitos (enzima ácido graxo sintetase) (3).

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